Visão

 


Entendemos os sentimentos, as cores, a música e qualquer estímulo sensorial como compostos pelo mesmo padrão, ou código, de frequências organizadas proporcionalmente, o padrão da natureza que amarra todas as formas de vida através de todos os níveis da existência. Do sutil ao denso, do estável ao volátil, do visível ao invisível, do material ao espírito.

Este conhecimento, que outrora fora utilizado pelas grandes antigas civilizações como o antigo Egipto, a cultura Maia ou Védica em tudo desde na medicina, no cultivo, na engenharia e na astrologia, há alguns séculos misteriosamente se perdeu. O nosso calendário, o nosso sentido holístico de tempo, a nossa relação sagrada com a música a arte, a filosofia e a ciência, se desvaneceram em meio á revolução industrial e tecnológica, causando uma humanidade — em particular no mundo ocidental —  desconectada das suas raízes e da sua origem: a natureza.

Mas não foi sem motivos: religiões monoteístas nasceram para responder a todas e quaisquer perguntas, mesmo brutalmente perseguindo e destruindo qualquer visão diferente do que dizem os seus profetas sobre a filosofia, a criação, a vida e a morte, e o nosso entendimento do nosso lugar enquanto parte da natureza. O culto ao sol, à lua, à natureza, manifestações artísticas, e mesmo o uso de ervas medicinais e rituais para a cura, passaram a ser considerados bárbaros, impuros, não-civilizados. Mesmo que os grandes templos históricos do mundo ocidental tenham sido construídos fazendo uso de conhecimentos como a geometria sagrada, com vitrais contendo a cromaterapia, e hinos compostos usando solfeggios e harmonias específicas para causar determinados sentimentos, o comum fiel provavelmente nunca ouviu falar sobre estes temas em missas ou pelos seus livros sagrados, ou como o uso destes conhecimentos pode beneficiar efetivamente as suas vidas.

Sentimos na sociedade ocidental de hoje em dia uma crescente sede por esta re-conexão com a natureza, com a nossa natureza interna, com os sentimentos, e acreditamos que a melhor forma de resgatar esta sabedoria — e quem sabe a única — é de nos aprofundarmos na filosofia, na ciência e na arte, em comunhão com a natureza.

 

O Cromasomos vê aqui a sua função social, em estudar e re-significar conhecimentos que sobreviveram ao passar dos séculos, mas perdendo o seu contexto e em muitos casos a maior parte do seu conteúdo, consumido pelo tempo, destruído ou apropriado por civilizações invasoras. Para isto, apoiamo-nos na ciência, arte e filosofia antiga e moderna, mas não nos limitamos a estas, realizamos as nossas próprias experiências entre artistas e em parceria com cientistas, para buscar as nossas próprias respostas diretamente à fonte, particularmente para entender como diferentes pessoas entendem os sentimentos e são afetadas por diferentes estímulos sensoriais, e como estas percepções se relacionam com as propriedades de fenômenos naturais como a música e as cores.

Estas experiências têm nos proporcionado a conscientização e a materialização de conceitos sutis para ilustrar as forças que movem o nosso mundo interno, como é o caso do Mapa de Sentimentos (ver Código de Cores), os quais vêm sendo postos à prova através de novas experiências, ao mesmo tempo, começando a levantar o interesse por estas questões no público, através do contato com uma mais clara percepção dos seus sentimentos e uma mais aguçada sensibilidade sensorial, seja por estímulos sonoros, visuais, aromas, composições audio-visuais, texturas, dança ou movimento dos seus próprios corpos, juntamente com o contato com as linhas filosóficas que compõem o nosso método.

Através da materialização dos conhecimentos e teorias que emergem destas experiências e pesquisa em livros, artigos, mapas visuais, artefactos e dinâmicas como jogos com “cartas electro-magnéticas”, assim como através de oficinas, aulas, palestras e apresentações para artistas, pesquisadores, entusiastas e crianças (as artistas e pesquisadoras do futuro), visamos conscientizar o máximo de pessoas possível sobre o poder real da arte, da música, de escutar as nossas intuições e sentimentos, e de como utilizar a arte de forma precisa e clara para causar o bem-estar e o equilíbrio, ou qualquer outro sentimento desejado, conscientemente sobre um público ou sobre o próprio artista, para curar a si mesmos e a outros com a sua arte.

Mas a nossa visão não se limita ao campo da arte. Quanto mais uma pessoa se aprofunda na pesquisa sobre as cores ou a música, seja no mundo místico ou científico, ela se apercebe que estas frequências, cujas propriedades básicas conhecemos pela física, estão em tudo, desde à composição dos mesmos elementos básicos da tabela periódica, como podemos ver pelas linhas de emissão, à música celestial (Harmonia das Esferas) que mantêm o nosso sistema solar e universo em sintonia, ao contrário, tudo seria o caos. Por isso, vemos as cores e a música como manifestações diretas da grande magia da vida, quem sabe as mais palpáveis, nos proporcionando, especialmente quando estudadas em comunhão, um código claro e intuitivo, para que compreendamos as leis que amarram toda a existência, incluindo a natureza dos sentimentos.   

Visamos fazer a nossa parte ao limite do nosso potencial, na função de reconectar a humanidade com o universo, com a natureza, e com as forças internas e externas que nos movem a nós e ao próprio universo.  


 

 



Missão


Enquanto guardiões e facilitadores do Código de Cores, assim como das descobertas e teorias que esta pesquisa nos tem proporcionado, a nossa missão é trazer ao mundo este conhecimento que nos foi confiado, de forma clara e objetiva, assim como mantê-lo honesto, sincero, aberto, holístico e participativo.

Além deste principal aspecto, a nossa missão compreende ainda:

- Estabelecer conexões entre a arte, a filosofia e a ciência, de forma a aprimorar o conhecimento disponível para a humanidade à cerca das frequências que compõem a vida, possibilitando assim a maior conscientização sobre os movimentos internos dos nossos sentimentos em conexão com os movimentos do mundo ao nosso redor, que nos bombardeia constantemente com ondas electro-magnéticas, e como a arte, associada à ciência e à filosofia podem ajudar a reestabelecer a nossa frequência natural e a reconexão com as frequências da natureza.

- Como uma pesquisa do século XXI, a nossa missão passa também por ir além dos nossos sentidos básicos, estudando a comunhão entre a natureza e a tecnologia para ir mais além do que podemos ver e ouvir para estudar o desenvolver deste método para frequências mais sutis como ondas cerebrais, a composição dos átomos ou a astrologia.

- Abrir a percepção e a consciência de indivíduos e da sociedade sobre os sentimentos e sobre a arte, assim como aprimorar a percepção sensorial em nós mesmos, outros indivíduos e sociedade como um todo, através de dinâmicas, tecnologia, arte, experiências, publicações e materiais gráficos e audio-visuais.

- Empoderar artistas de diferentes disciplinas através desta conscientização, para que entendam com maior clareza e de forma mais holística a importância do seu papel na sociedade, assim como o poder que carregam as suas criações, dando-lhes as ferramentas práticas para que possam fazer uso de sua arte de forma mais direta, não por aprender um método específico, mas por expandir a percepção da sua própria intuição e sentidos, em sintonia com as leis que governam a natureza.

- Re-estabelecer o papel da arte e da filosofia enquanto pilares fundamentais de uma sociedade, merecedoras de maior apreciação respeito, para que mais pessoas, ou todas, percebam que a arte é acessível a todos e necessária para a canalização e materialização de energias e conceitos abstractos que vivem dentro de nós, possibilitando assim o auto-conhecimento, e exercitando muitas qualidades fundamentais como a criatividade, ritmo, paciência, equilíbrio, concentração, a busca pelas nossa própria forma de ver a vida, assim como nos ensinando praticamente sobre as manifestações que são pilares da natureza, como as formas, as cores, a música, a textura, os aromas, os sabores, o movimento.

- Inspirar crianças, artistas, cientistas, pesquisadores, programadores, filósofos e entusiastas de todo o mundo a apostar na buscar pelas suas próprias respostas, a conectar-se com a arte, entendendo o seu papel holístico e curativo, e expandir esta pesquisa até que estejamos, enquanto sociedade, em meio a frequências mais harmoniosas, numa comunhão entre tecnologia, arte e filosofia, em maior sintonia com os nossos sentimentos e com a natureza.


Vix Morã
25/02/21






 

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